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Golpe do aluguel – NÃO CAIA NESTA

Postado por 7cantos on 05/02/2018
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Dicas para evitar uma cilada

> Desconfie de ofertas que chegam por whatsapp ou são compartilhadas em redes sociais, principalmente pelo Facebook. É mais seguro alugar por meio de imobiliárias e, em segundo lugar, por sites conhecidos como Booking e Airbnb, sempre levando em conta a avaliação e os comentários de outros consumidores.

> Tente descobrir se alguém já alugou o local antes e como foi a experiência.

> Antes de acertar o aluguel, procure ir até o local e falar diretamente com o proprietário. Isso evita o risco de pagar pelo aluguel de um imóvel que, na realidade, nunca esteve no mercado. Se não tiver condições, peça para que um amigo ou conhecido que more mais próximo o faça. Outra possibilidade é descobrir o telefone do local e falar com o porteiro ou zelador, se é um apartamento, ou com algum vizinho, caso seja uma residência.

> Se o suposto proprietário desconversar quando você der a ideia de ir pessoalmente ao local antes de fazer o acordo, pode ser sinal de que algo vai errado.

> Fique atento aos indícios de golpe: geralmente, correspondem a imóveis em praias mais distantes. Além disso, o valor desses imóveis costuma ser muito mais baixo do que a média do mercado.

> Peça para ver fotos de dentro do imóvel. Lembre-se de que, para o golpista, é muito fácil tirar fotos externas e publicar um anúncio como se a casa fosse sua. Mas fique atento: a existência de fotos internas não garante que o negócio é seguro.

E se algo der errado?

> Se as condições da casa forem diferentes do que foi prometido, o locatário tem o direito de exigir a devolução do valor pago, como garante o artigo 35 do Código de Defesa do Consumidor.

> Para receber o dinheiro de volta, o inquilino precisa desistir de ficar no imóvel. Se optar por permanecer no local, o consumidor pode negociar um abatimento no preço, proporcional à queda na qualidade das características ofertadas.

> Em caso de desacerto com o proprietário, procure o Procon ou o Juizado Especial Cível (JEC). Mas se perceber que caiu em um golpe vá até a delegacia mais próxima registrar ocorrência.

> Na avaliação do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), sites de aluguel de temporada como Airbnb e Booking.com, que realizam todo o trâmite de contratação, inclusive de pagamento, podem ser responsabilizados por problemas com a locação.

Como garantir uma boa escolha

> Informe-se sobre o histórico do imóvel. Busque referências com amigos ou confira comentários na internet de outros clientes que já se hospedaram no local.

> Informe-se sobre as condições de acesso ao local e a infraestrutura da região: se há padarias, açougues, supermercados próximos, bem como as condições de segurança do imóvel. Consulte o endereço no Google Maps, ou ferramentas similares, e veja a distância do local até os principais pontos que pretende visitar.

> Caso a locação seja feita diretamente com o proprietário, sem intermediação de uma imobiliária, faça um contrato detalhando o que foi tratado verbalmente, como as datas de entrada e saída do imóvel, nome, número de documentos (como CPF e identidade) e endereço do proprietário, preço e forma de pagamento, local de retirada e entrega das chaves.

> Da mesma forma, faça um inventário do que há no imóvel. Detalhe o estado das portas e dos móveis, a quantidade de louça, o funcionamento de itens eletrônicos etc. Entregue uma cópia para o proprietário.

> Evite pagar todo valor antecipadamente, perdendo assim o poder de negociação para uma eventualidade no imóvel.

> Você também pode pedir a matrícula do imóvel e o documento de identidade ao proprietário. Se ele realmente estiver interessado em alugar o imóvel, não deverá se ofender com o pedido.
> Converse com outros moradores do prédio, principalmente com o síndico, para saber informações sobre o dono do imóvel.
> Detalhes como erros de português no contrato também podem indicar a possibilidade de golpe.
> Não esqueça que o contrato é necessário e deve ser assinado e reconhecido em cartório.
> Se preferir, procure uma imobiliária credenciada.

Fonte: Gauchazh

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